Receitas para Vinhos do Douro e do Porto - Tosta de queijo de ovelha terrincha sobre pêras salteadas com gengibre












Receita: Chefe Hélio Loureiro
Livro: Receitas para Vinhos do Douro e Porto
Sugestão de Vinho: Vinho do Douro Branco com madeira.

Ingredientes (4 pessoas):

4 Pão de Favaios (fatias)
20 g Mel de Urze
160 g Queijo de Ovelha Terrincha
200 g Pêras Rocha
10 g Raiz de Gengibre (fresca)
30 g Açúcar

Preparação:

Descasque as pêras e corte-as em gomos. Leve-as a cozer em 2 dl de água com o gengibre ralado e o açúcar. Deixe cozer bem as pêras, retire-as e deixe-as arrefecer. Deixe a calda reduzir até se transformar num xarope. Junte-lhe em seguida o mel e deixe ferver um pouco mais, retire e deixe arrefecer.
Coloque as pêras no fundo de um prato. Por cima o xarope das pêras, gengibre e mel.
Leve o pão a tostar por cima, coloque o queijo e leve a derreter ligeiramente. Coloque então sobre as pêras e sirva quente.

Sugestão de Vinho: Vinho do Douro Branco com madeira.

Receitas para Vinhos do Douro e Porto - Lombinho de borrego com cogumelos pleurotes e molho de amêijoas







Receita: Chefe Henrique Sá Pessoa
Livro: Receitas para Vinhos do Douro e Porto
Sugestão de Vinho: Vinho do Douro Tinto Reserva jovem ou, em alternativa, um Vinho do Porto LBV.

Ingredientes (2 pessoas):

2 Lombinhos de Borrego (com 160 g cada)
100 g Cogumelos Pleurotes
150 g Espinafre Bebé
2 Alhos (dentes, picados)
50 ml Natas
100 ml Demi-glace
25 ml Caldo de Amêijoas
40 g Miolo de Amêijoas
1 colh. sopa Coentros

Preparação:

Saltear espinafres num pouco de azeite e o alho picado 2 a 3 minutos, juntar as natas e triturar até obter um puré. Saltear os cogumelos em azeite, temperar e reservar. Reduzir o demi-glace a metade e juntar o caldo, as amêijoas e os coentros. Selar o borrego cerca de 3 minutos em cada lado, temperar e deixar repousar. Laminar e servir com esparregado e pleurotes. Cobrir com o molho.

Sugestão de Vinho: Vinho do Douro Tinto Reserva jovem ou, em alternativa, um Vinho do Porto LBV.

VELHOS LIVROS DE RECEITAS




RECEITAS DO TEMPO DA MINHA AVÓ





E que tal experimentar fazer?

Mais simples, não deve haver: como descacar um ovo cozido! ;-)

video



Para quem diz que de culinária "nem um ovo sabem estrelar!", aqui está uma coisa muito mais simples de fazer, como descascar um ovo cozido! ;-) Que tal começar por aqui? ;-)

Festival de Gastronomia de Leiria


Saber, Sabor e Tradição é o lema do XVII Festival Regional de Gastronomia de Leiria, que decorre no Marachão de 29 de Agosto a 6 de Setembro.

Durante uma semana, juntam-se no Marachão, à beira do rio Lis, 11 restaurantes de Leiria, Batalha, Marinha Grande, Ourém, Pombal e Porto de Mós, para oferecer especialidades regionais aos visitantes do Festival.

O recinto está aberto das 18h às 24h.


O evento conta ainda com uma Feira do Mel e stands de artesanato, assim como diversas acções de animação.

in http://sabores.sapo.pt

Bodegas de sangre de Ronda





in

¿Tiene sentido hacer estudio con muestras pequeñas?

Posted: 31 Jul 2009 08:02 AM PDT

Vino

Lo último en estudios sobre el vino. En este caso es un estudio sobre la capacidad que tiene el vino para aumentar el deseo sexual en mujeres que lo toman de forma moderada. Nunca he entendido un estudio donde directamente dicen que la muestra es pequeña y no es representativa de la sociedad. ¿Tiene sentido hacer estudio con muestras pequeñas?

Yo creo que está claro el por qué de este estudio en particular. Mezclamos vino, mezclamos mujeres y mezclamos deseo sexual. Creo que es un cocktail bastante interesante para generar algo de ruido con esta noticia.

De verdad, es un sin sentido un estudio donde la investigación se ha basado en el consumo de vino por mujeres que responden un cuestionario sobre deseo sexual y deducen que las mujeres que toman entre una y dos copas son más activas que las que toman menos de una copa o nada. Sin duda un estudio muy interesante.

Vía | BBC
En Directo al Paladar | El vino con moderación gracias a las endorfinas
En Directo al Paladar | Substance Wines, la tabla periódica del vino

¿Eres un gastronómada?



Posted: 02 Aug 2009 09:43 PM PDT

Si buscamos en el diccionario de la RAE (Real Academia Espanhola), la palabra Gastronómada no existe, sin embargo cada día está siendo más utilizada en el mundo de la gastronomía y en el mundo del turismo. No descartemos la posibilidad que los excelentísimos señores de la RAE decidan un día añadirla al diccionario. La palabra en cuestión fue inventada por el gastrónomo y escritor francés Curnonsky.

Si analizamos un poquito su sencilla etimología vemos enseguida que utiliza la misma raíz de gastronomía (Arte de preparar una buena comida / Afición a comer regaladamente) y utiliza la palabra nómada (Que está en constante viaje o desplazamiento), por tanto es sencilla su definición Gastrónomo viajero y lo vamos a dejar en gastrónomo como el que sabe disfrutar de una buena comida y no en Gourment, porque entonces la cosa se puede complicar un poco, pudiendo dar pie a infinidad de discusiones y no es esa la intención.

Ahora que ya tenemos clara la definición “gastrónomo viajero”, es el momento de estudiar si somos o no somos Gastronómadas, para ello vamos a contestar a una serie de preguntas, vamos lo que es un test, tipo revista de adolescentes.

1. En nuestra agenda tenemos apuntados el nombre y el teléfono de cuantos restaurantes

a) Ninguno
b) De 1 a 5
c) De 6 a 10
d) Más de 10

2. Cuando nos vemos obligados a viajar por cuestiones de trabajo

a) Consultamos cual es el mejor restaurante de la zona y reservamos mesa
b) Tiramos de nuestra propia agenda y cuando llamamos al restaurante y saludar nos reconocen por nuestro nombre y nos dicen que tenemos reservada la mesa de siempre
c) No hacemos nada y cuando tenemos un rato libre vamos a comer a un burguer cualquiera
d) Damos un paseo por los restaurantes de la zona y entramos en el restaurante que pone Comida Tradicional .

3. Cuando nuestros amigos están de viaje

a) Nos llaman por teléfono cuando están delante de un restaurante para preguntarnos se es bueno o no
b) Se acuerdan de nosotros y nos cogen una tarjeta del restaurante para de vuelta explicarnos que les ha parecido y recomendárnoslo o no.
c) Nos llaman para preguntarnos que le recomendamos de la carta del restaurante donde acaban de entrar.
d) No se acuerdan de nosotros nunca, solo para pedirnos dinero cuando hay que hacer un regalo a otro amigo en común.

4. Cuantos restaurantes y nombres de sus respectivos chefs puedes nombrar

a) Ninguno
b) De 1 a 5
c) De 6 a 10
d) Más de 10

Vamos a sumar los puntos que tenemos

Puntos por la pregunta número 1 a-0 b-1 c-2 d-3
Puntos por la pregunta número 2 a-1 b-3 c-0 d-2
Puntos por la pregunta número 3 a-2 b-1 c-3 d-0
Puntos por la pregunta número 4 a-0 b-1 c-2 d-3

Aquí tenemos el análisis de los resultados

De 0 a 3 puntos – Si tu resultado ha sido este, no creo que tengamos que preocuparnos ninguno, seguramente has cometido un error en la suma, porque alguien al que no le interesa la gastronomía en absoluto no va a estar haciendo un test de este estilo ¿verdad?

De 3 a 6 puntos – Bueno, te gusta comer bien, pero te da igual hacerlo en casa de tu madre que en un restaurante.

De 6 a 9 puntos – Empiezas a ser un verdadero Gastronómada, conoces muchos sitios, pero algunos de ellos solo por referencias.

De 9 a 12 puntos – Eres la persona que tendría que ponerse a confeccionar inmediatamente la guía del Gastronómada, la humanidad no puede pasar más tiempo sin tus conocimientos.

En Directo al Paladar | Saborear España, nuevo producto turístico-gastronómico
En Directo al Paladar | De tapas por Madrid, El Brillante

AS REFEIÇÕES DE UM NOBRE NA IDADE MÉDIA


A casa do senhor, na época medieval não era um palácio requintado. Dispunha, em geral de dois pisos e de várias divisões. Mesmo nas casas dos grandes senhores, havia poucos móveis. A cama era uma peça de mobiliário rara e por isso para dormir também se utilizavam as arcas.

Tapetes e almofadas no chão serviam de assento, principalmente para as mulheres. As cadeiras eram raras. Os bancos eram corridos e a mesa constava apenas de uma tábua montada sobre cavaletes na altura das refeições. Daí a expressão, ainda hoje empregue, de pôr e levantar a mesa.

O mobiliário reduzia-se assim a uma "mesa", que podia ser levada de um lado para outro, arcas onde se guardava a roupa e objectos domésticos, poucas cadeiras e alguns bancos chamados escanos.
De noite, a iluminação fazia-se com lamparinas de azeite ou tochas e velas de cera e sebo. Nos dias frios acendia-se a lareira, o que tornava o ambiente menos soturno.

AS REFEIÇÕES DE UM NOBRE

As duas principais refeições eram o jantar e a ceia. O jantar era a refeição mais forte do dia e acontecia entre as 10 e as 11 horas da manhã. A ceia dava-se pelas seis ou sete da tarde.

O principal da alimentação dos grupos sociais mais ricos era a carne, que costumava vir da caça e que era assada no espeto e temperada com sal, coentros, salsa, hortelã, cebola, azeite ou vinagre. Usavam-se também especiarias como a pimenta, o açafrão, a canela e os cominhos. Estas especiarias eram muito caras, porque eram vendidas por mercadores que as traziam do Oriente.
O peixe era comido fresco, salgado, fumado ou seco. Os legumes também eram muito usados: feijões, couves, nabos, alfaces, etc.
As sobremesas eram feitas à base de queijo, manteiga, fruta e doces, que eram feitos sobretudo com mel.
As bebidas eram a água, vinho branco ou tinto.

COMO OS SENHORES COMIAM À MESA

Antes das refeições, era hábito lavar as mãos.
Durante muito tempo não se usaram pratos na Idade Média. Comia-se a carne (sobretudo caça) e o peixe sobre grandes metades de pão, de forma arredondada, postas em frente de cada conviva.
Mais tarde, a rodela de pão foi substituída pelo talhador de madeira.

É claro que para a sopa e outros alimentos líquidos, se usavam pratos, as chamadas escudelas.
Conheciam-se e utilizavam-se, se bem que pouco, as colheres. Mas não havia garfos, só muito mais tarde divulgados no Ocidente, Daí a necessidade imprescindível de lavar as mãos antes das refeições. A faca, pontiaguda, era o instrumento por excelência. Mas só excepcionalmente se distribuíam facas aos convidados num banquete. Eram as próprias pessoas que levavam consigo a faca de que se iriam servir (ou seja, uma faca que servia para tudo...).

Oliveira Marques, A Sociedade Medieval Portuguesa (Adaptado)

O Mais Antigo Livro de Receitas em português




Se passarmos em revista as obras mais marcantes de cozinha portuguesa, para os séculos XV e XVI, nada temos a não ser a influência muçulmana no mais antigo livro de receitas que se conhece escrito em português, ou seja o Livro de Cozinha da Infanta D. Maria.


Primeira página/receita do livro "Este é o modo que se tem para engordar frangos a leite."